06/09/2017 - 17:34 - Atualizado em 08/09/2017 - 09:10

Postal Saúde incentiva fiscalização das despesas médicas

Em complemento à nota veiculada em 3 de setembro de 2017, a respeito da cobrança no valor de um suplemento alimentar lançado no extrato de compartilhamento das despesas de uma beneficiária, em São Paulo, durante uma internação hospitalar, a Postal Saúde vem a público prestar alguns esclarecimentos.

Reafirmamos que a transparência nas contas da Operadora — facilitada por meio de auditorias externas, internas e pela fiscalização dos próprios beneficiários — faz parte da nossa rotina e é um dos valores defendidos pela atual diretoria.

Quanto ao relato em questão, informamos que:

1. A prioridade da Postal Saúde e da rede credenciada é preservar a saúde e salvar a vida do beneficiário, seguindo todos os protocolos necessários à sua assistência e ao seu restabelecimento durante e após a internação. Não há tempo a perder quando a vida do paciente está em jogo.

2. Portanto, oferecer assistência imediata e seguir o tratamento indicado pela equipe médica é o nosso dever e a nossa maior preocupação.

3. No caso mencionado, trata-se de uma beneficiária em tratamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em que foram realizados procedimentos especiais e adotada dieta específica, de acordo com o histórico da paciente, não cabendo à operadora a interferência no protocolo clínico definido pela equipe médica.

4. Houve indicação do suplemento alimentar Cubitan porque, em sua composição, há nutrientes que regulam o processo inflamatório e estimulam a cicatrização. Apesar de ser fabricado pela Danone, o referido suplemento não é um iogurte comum. Trata-se de um suplemento alimentar hiperproteico, com acréscimo de arginina e com alto teor de micronutrientes que facilitam a cicatrização.

5. Com relação ao valor cobrado pelo produto, informamos que o preço está de acordo com os valores praticados pelo mercado de saúde, com base na tabela Simpro, utilizada pela rede hospitalar como referência para fixar preços, entre outros itens. A tabela abrange uma centena de produtos, e as Operadoras de Saúde não possuem autonomia para sugerir alteração em seus cálculos.

6. Os valores dos produtos utilizados pela rede hospitalar, com base na tabela adotada, são fixados previamente no momento da contratação do serviço pela operadora de saúde, sendo muitas vezes imposta a tabela Simpro pela rede hospitalar.

7. Mesmo assim, para reduzir os gastos e onerar menos a operadora e o beneficiário, a Postal Saúde sempre tenta negociar esses valores. No caso em análise, a Operadora conseguiu uma redução de 10% no valor do suplemento alimentar fixado pela tabela Simpro. Esse preço diferencia-se daquele praticado pelo fabricante do produto. Fatores como transporte, condições adequadas de armazenamento e conservação do produto dentro da rede hospitalar são levados em consideração pela referida tabela.

8. Lembramos que a redução de custos é de interesse tanto dos beneficiários quanto da Postal Saúde que realiza, mensalmente, a análise e auditoria de milhares de contas. Só nos últimos 12 meses, a auditoria da Operadora já evitou mais de 30 milhões de reais de despesas para o plano, com a identificação de diversos erros por parte dos prestadores na emissão das suas contas.

9. Por fim, como prestadora de serviços de saúde, responsável por cerca de 397 mil vidas, aproveitamos para reafirmar que a Postal Saúde, em parceria com os Correios e com as entidades representativas dos empregados, estimulam a fiscalização das despesas de saúde pelos beneficiários. Estes podem fazer o acompanhamento dos gastos acessando o extrato de utilização das despesas por meio do aplicativo RH 24h dos Correios ou entrando na Área Restrita no site da Operadora.

Sobre a utilização do Extrato de Utilização das despesas, leia também:

Novo modelo de extrato: Fiscalize, o plano é seu!

Extrato de utilização pode ser acessado no app RH 24h