Central do beneficiário

​Conheça seu plano: Internações não têm coparticipação no Correios Saúde II

Postado por Arlinda Carvalho em 13 Sep 2018 11:56

Uma das novidades trazidas pelo plano Correios Saúde II é a não incidência da coparticipação das despesas nos casos de internação, inclusive no home care. A regra, que começou a valer a partir de 18 de abril de 2018, consta no Regulamento do Plano Correios Saúde II . Poucos sabem, mas essa é uma das vantagens ocasionadas com a criação do novo plano.

A boa notícia trouxe um alívio grande para o carteiro motorizado Adilson da Silva Lourenço, 41, lotado no Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) dos Correios na zona norte de Natal (RN). O filho recém-nascido precisou ficar internado na UTI neonatal para realizar uma cirurgia e ele já estava se preparando para arcar com o percentual de coparticipação das despesas médicas durante o período de internação do filho. Foi na Unidade de Representação Regional da Postal Saúde no Rio Grande do Norte (URR-RN) que Adilson ficou sabendo da gratuidade do atendimento.

“Fui muito bem recebido pela equipe da Postal Saúde. Além de providenciarem tudo para a realização da cirurgia, ainda me explicaram que eu não arcaria com nenhuma despesa, pois todos os gastos com a internação seriam cobertos pelo plano de saúde, sem coparticipação”, conta o beneficiário.

O bebê, que nasceu no dia 6 de agosto e foi direto para a UTI neonatal, fez a cirurgia, teve alta médica e passa muito bem. O pai Adilson não precisou fazer nenhum malabarismo financeiro para arcar com os custos de saúde com o recém-nascido durante os 25 dias de internação.

Na foto ao lado, o carteiro Adilson, a esposa Soraya e o recém-nascido Renzo, no Hospital Promater, em Natal.

Tipos de internação

Para fins de cobertura da assistência médica hospitalar, o Regulamento do Plano Correios Saúde II prevê três tipos de internação: a clínica, a cirúrgica e a domiciliar (ou home care), todas sem coparticipação. Entenda a diferença entre cada uma:

A internação clínica ocorre quando o tratamento não envolve procedimentos cirúrgicos. Nesse caso, o paciente é internado para tratar de algum problema de saúde ou tomar algum medicamento específico.

Na internação cirúrgica, o atendimento é feito por meio de intervenção cirúrgica, como no caso de cesarianas, cirurgias de varizes, cirurgias cardíacas, entre outras.

Já na internação domiciliar, também conhecida como home care, a assistência médica é prestada no domicílio do beneficiário (ou de seus familiares), por instituições especializadas e credenciadas pela Postal Saúde. Nesses casos, o estado clínico do paciente necessita de acompanhamento médico sistemático, porém permite que o tratamento seja feito no conforto do lar. Essa modalidade destina-se aos pacientes com internações prolongadas ou repetidas, portadores de doenças crônicas terminais, doenças agudas com estabilidade clínica, que necessitam de cuidados especializados de enfermagem.

Regulamento

Para mais informações sobre as regras do seu plano de saúde, consulte o Regulamento do Plano Correios Saúde II. O documento está disponível na Central do Beneficiário, seção “Informações Importantes”, localizada à esquerda da página principal do site (www.postalsaude.com.br). É só clicar em “Manuais, Formulários e Tabelas” e depois em “Regulamento do Plano CorreiosSaúde II”.

Em casos de dúvida, ligue para a Central de Atendimento ao Beneficiário (0800 888 8116) ou entre em contato com a Unidade de Representação Regional mais próxima de sua localidade.

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Leia as outras matérias da série "Conheça seu plano - CorreiosSaúde II"

Conheça seu plano: Inclusão e Carências do plano CorreiosSaúde II



Por: Comunicação/Postal Saúde
Foto: Arquivo pessoal

Campanha Setembro Amarelo vai usar redes sociais para prevenir suicídio

Postado por Arlinda Carvalho em 12 Sep 2018 16:20

O Elevador Lacerda, em Salvador (BA), aderiu à iluminação especial
da Campanha Setembro Amarelo (
Foto: A Tarde)


Setembro é o mês nacional de prevenção do suicídio. No Brasil, uma pessoa se suicida a cada 45 minutos. Os dados mundiais indicam que ocorre uma tentativa a cada três segundos e um suicídio a cada 40 segundos. No total, chega-se a 1 milhão de suicídios no mundo. Provocar o fim da própria vida está entre as principais causas das mortes entre jovens, de 15 a 29 anos, e também de crianças e adolescentes.

No esforço para mudar esses números, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o 10 de Setembro como o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Há quatro anos, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Centro de Valorização da Vida (CVV), promove a campanha nacional Setembro Amarelo.

À Agência Brasil, o presidente eleito da Associação Psiquiátrica da América Latina (Apal) e superintendente técnico da ABP, Antônio Geraldo da Silva, destacou a importância da campanha para prevenção e conscientização. “Esses números são altíssimos, mas nós sabemos que são falhos. Mesmo assim, são assustadores.”

Crianças e jovens

Pelos dados da OMS, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. É também a sétima causa de morte de crianças entre 10 e 14 anos de idade. O caminho, segundo Silva, é adotar medidas preventivas de ajuda e auxílio. “É uma maneira de a gente salvar vidas porque 90% dos suicídios poderiam ser evitados se as pessoas tivessem acesso a tratamento e pudessem tratar a doença que leva ao suicídio”, afirmou o presidente da Apal.

Segundo o psiquiatra, em geral, a maior parte das pessoas que tenta colocar fim à vida sofre de algum tipo de transtorno mental. “Os estudos mostram que 100% de quem se suicida têm uma doença mental. Os trabalhos mostram isso. Nem 100% de quem pensa em suicídio têm doença mental, mas 100% de quem suicida têm transtorno mental”, afirmou.

Redes sociais

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) pretende lançar campanhas nas redes sociais ao longo deste mês para alertar sobre suicídio e oferecer apoio e ajuda. Antônio Geraldo da Silva disse que os especialistas devem abordar o assunto e buscar mais informações com psiquiatras.

A ABP quer levar isso para a população. “A ABP quer popularizar. Nós estamos levando isso para as escolas, empresas e instituições”, afirmou o médico. “O que entristece os membros da ABP é ver que as pessoas querem abordar o assunto, mas negando a doença mental, que a depressão ou a esquizofrenia existam.”

O médico acrescentou: “Se a gente negar que a doença mental existe, como vai falar de suicídio, sabendo que 100% de quem suicida têm doença mental?”. “É uma doença como outra qualquer. Não escolhe raça, cor, nada”.

Drogas

O psiquiatra Jorge Jaber, membro fundador e associado da International Society of Addiction Medicine, especialista no tratamento de dependentes químicos, ressaltou que o uso de álcool e drogas é o segundo fator depois das doenças psiquiátricas, como ansiedade e depressão, que leva ao aumento de suicídios.

Segundo ele, o suicídio é a causa de morte mais facilmente evitável entre todas as doenças. “Enquanto doenças infecciosas, cardiovasculares e tumores precisam de grande aporte médico e cirúrgico de alto custo, o impedimento médico do suicídio pode ser atingido com remédios bem mais baratos e somente conversando com o paciente.”

Para Jaber, o fundamental é dar atenção e escutar aquele que pensa em cometer o suicídio. “O fato de alguém que tenta suicídio ser escutado por cerca de 20 minutos pode impedir que ele tenha o impulso de cometer o ato. Ouvir o suicida salva a vida dele”.

Na clínica onde atende dependentes químicos, Jaber informou que pelo menos 20% dos pacientes internados tentaram suicídio. “Quanto mais as pessoas falarem sobre o suicídio, menos suicídios ocorrerão", disse.

Valorização da Vida

Em 2018, o CVV (Centro de Valorização da Vida), uma das entidades mobilizadoras do Setembro Amarelo no Brasil, também programou diversas atividades em todas as cidades nas quais possui um de seus mais de 90 postos de atendimento. Alguns exemplos são caminhadas, palestras, balões amarelos, pontos turísticos e edifícios públicos iluminados, distribuição de folhetos e atendimentos em locais públicos.

Mobilização

Não é preciso estar ligado ao CVV ou a outra instituição para se mobilizar. Empresas podem fazer ações internas, distribuir materiais informativos disponíveis no site www.setembroamarelo.org.br e promover palestras. Órgãos públicos podem iluminar de amarelo fachadas de prédios, promover atividades, falar sobre prevenção nas unidades de saúde e escolas. E cada pessoa pode se mobilizar usando uma fita amarela ou vestindo amarelo, levantando o tema em seus grupos e buscando informações confiáveis sobre o assunto.


Fontes: Agência Brasil e site Setembro Amarelo (www.setembroamarelo.org.br).



Programa Saúde da Mulher é bem avaliado por beneficiárias

Postado por Arlinda Carvalho em 11 Sep 2018 10:06


As beneficiárias inscritas no Programa Saúde da Mulher, lançado em março deste ano pela Postal Saúde, avaliam como muito satisfatório o atendimento voltado à prevenção e ao rastreamento do câncer de mama, de colo do útero e das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Uma pesquisa feita para mensurar o nível de satisfação de um grupo de mulheres atendidas revela que cerca de 90% delas estão muito satisfeitas com o acompanhamento.

A empregada dos Correios Francinete Casemiro Teixeira, 54 anos (foto), que trabalha no Centro de Tratamento de Cartas (CTC) do Setor de Indústrias e Abastecimento, em Brasília (DF), teve consulta agendada com a ginecologista no mês de agosto e deu nota máxima ao atendimento, numa escala de 0 a 5.


Francinete foi à clínica em companhia da filha Desirée Teixeira Farias, 20 anos, sua dependente no plano de saúde. “Ela também fez a consulta e gostou muito do atendimento”, afirma a beneficiária, que já está divulgando a informação para estimular outras mulheres a participar do programa e realizar os exames preventivos.

“Gostei muito e achei a médica ginecologista atenciosa. Ela passou exames de sangue, além do papanicolau e da mamografia. Acho esse acompanhamento anual necessário para a prevenção dessas doenças, principalmente para quem passou dos 50 anos. Minha nota foi 5 (cinco), atesta a beneficiária.

“Excelente iniciativa”

O mesmo sentimento de satisfação e acolhimento é compartilhado pela beneficiária Maria do Rosário de Sena, 50 anos, lotada no Departamento de Logística no edifício sede dos Correios, na capital federal. Ela conta que quando recebeu a ligação da clínica Caputo para participar do Programa Saúde da Mulher achou a inciativa tão boa que ficou um pouco desconfiada.

Mas ao ser atendida na Clínica Caputo, percebeu que a ação era muito positiva. “Gostei tanto do atendimento quanto do espaço físico da clínica. Acho que o programa deve continuar porque é muito bom”. Segundo ela, no mesmo dia de sua consulta encontrou uma colega dos Correios já aposentada que estava elogiando a excelente iniciativa do programa.

Adesões

A Postal Saúde pretende aumentar o número de adesões ao Programa Saúde da Mulher para beneficiar o maior número possível de mulheres. Por isso, orienta as beneficiárias que receberem a ligação da Clínica Caputo a aceitar a inscrição no programa, que se efetiva com a marcação e a realização da consulta na clínica, com o ginecologista.

Em seguida, são feitos os exames preventivos e de rastreamento do câncer e de doenças sexualmente transmissíveis, considerando a idade e as necessidades clínicas de cada beneficiária. Outra orientação é para que as próprias beneficiárias atuem como multiplicadoras da informação, estimulando suas colegas de trabalho a se inscreverem no programa.

As informações sobre o Programa Saúde da Mulher estão disponíveis no site da Operadora (www.postalsaúde.com.br). No menu “Institucional”, clique em Programas de Saúde, depois em Programa Saúde da Mulher . Nesse espaço, também estão divulgados os telefones de contato da Postal Saúde e da clínica conveniada.

Rastreamento

Os números revelam que, a partir da inserção das mulheres no programa, e após a primeira consulta, 88% realizam os exames. Isso significa dizer que a grande maioria que aceita participar das ações de saúde, e comparece à primeira consulta, não adia e nem recusa a realização dos exames recomendados pela ginecologista nessa primeira consulta.

Outro dado é que, das 125 beneficiárias atendidas, 38 foram encaminhadas para tratamento de outras doenças detectadas no momento da consulta.

Perfil das mulheres

Das mulheres atualmente atendidas pelo Programa Saúde da Mulher , 73 são titulares do plano de saúde, 13 são mães; 5 são filhas e 34 são cônjuges e companheiras.

Com relação à faixa etária, das 125 mulheres inscritas no programa, 39 beneficiárias têm de 60 a 69 anos; 32 entre 50 e 59 anos; 26 estão na faixa de 40 a 49 anos; 18 têm entre 31 e 39 anos; 26 entre 40 e 49 anos; 7 têm de 15 a 25 anos e apenas três estão na faixa de 80 a 89 anos.

Programa Saúde da Mulher em Números

Total de mulheres inscritas: 125
Índice de satisfação: 90%
Taxa de realização de exames citopatológicos para rastreamento do câncer de colo do útero: 88%
Taxa de realização da mamografia da população-alvo inscrita no programa para rastreamento do câncer de mama: 70%
Número de encaminhamentos para tratamento de outras doenças detectadas durante a consulta: 38

Saiba mais

Podem participar do programa mulheres beneficiárias da Postal Saúde com idade igual ou superior a 18 anos. Assim como o programa Saúde em Dia, a ação faz parte dos projetos da Operadora de prevenção de fatores de risco, do diagnóstico precoce e do tratamento de doenças.

As ações têm por objetivo promover a saúde e melhorar a qualidade de vida das beneficiárias. Desde seu lançamento, o Programa Saúde da Mulher funciona como projeto-piloto no Distrito Federal e, posteriormente, será expandido para outras localidades do país.


Leia também:

Beneficiárias do Distrito Federal recebem surpresa agradável do Programa Saúde da Mulher
Perguntas Mais Frequentes (FAQ)


Por: Comunicação/Postal Saúde
Foto: Arquivo pessoal
Imagens: Stock Photos

​Ministério da Saúde lança serviço contra fake news

Postado por Arlinda Carvalho em 10 Sep 2018 16:13


Para combater as fake news (notícias falsas) sobre saúde, o Ministério da Saúde está disponibilizando um número de WhatsApp para envio de mensagens pela população.


Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é (61) 99289-4640


Vale destacar que o canal não será um SAC ou tira dúvidas dos usuários, mas um espaço exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira.


Clique nos links abaixo para conferir algumas notícias falsas desmentidas pelo Ministério da Saúde:

Uso do celular no escuro e câncer de olho - FAKE NEWS

Cura do diabetes com cápsula natural - FAKE NEWS

"Peste Negra" ameaça voltar à Paraíba - FAKE NEWS


Por: Comunicação/Postal Saúde
Fonte: Ministério da Saúde

Conheça seu plano: Inclusão e Carências do plano CorreiosSaúde II

Postado por Caio Melo em 06 Sep 2018 17:53

Com a criação do CorreiosSaúde II, os empregados ativos e aposentados podem realizar a sua inclusão ou de seus dependentes a qualquer momento no plano de saúde. Para isso, basta que o titular apresente sua documentação de acordo com os canais de envio.

O novo beneficiário já será parte do plano de saúde, mas ainda é necessário respeitar alguns prazos para utilizar determinados serviços de saúde, conforme as regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Esse tempo de espera para ser atendido em alguns procedimentos chama-se carência.

Os prazos para atendimento são os seguintes:

a) 300 (trezentos) dias para partos a termo;
b) 180 (cento e oitenta) dias para os demais casos; e
c) 24 horas para a cobertura dos casos de urgência e emergência.

Entretanto, é importante destacar que a inclusão no CorreiosSaúde II é assegurada sem carência para novos empregados que assinaram seu 'Contrato por Prazo Indeterminado' e cedidos, além de seus dependentes, que devem apresentar seus documentos no prazo de 30 dias a partir da data de assinatura do contrato.

O filho recém-nascido, natural ou adotivo, também pode ser incluído, com isenção de carência, desde que a inclusão ocorra em até 30 dias após o nascimento ou adoção. Se o beneficiário titular adotar criança ou adolescente de até 12 anos, ele ou ela também poderá aproveitar o período de carência já cumprido pelo beneficiário titular adotante, respeitando o prazo de 30 dias a partir da data de adoção para apresentar a documentação à Operadora.

A Postal Saúde também aceita novos beneficiários dependentes sem carência quando o titular se une ao seu companheiro ou companheira. Desta forma, basta entrar com o pedido de inclusão em até 30 dias após o registro no cartório do Casamento ou da União Estável.

Para conhecer mais informações sobre o plano CorreiosSaúde II, acesse o Manual do Beneficiário e o Regulamento, no site da Postal Saúde.


Fonte: Comunicação/Postal Saúde

​Campanha contra pólio e sarampo é prorrogada até dia 14 de setembro

Postado por Arlinda Carvalho em 05 Sep 2018 17:49


taCrianças de um ano e menores de cinco anos devem se vacinar contra pólio e sarampo

Estados e municípios que ainda estão abaixo da meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um ano e menores de cinco anos contra pólio e sarampo, terão mais 15 dias para ofertar as duas vacinas na rede pública de saúde. O Ministério da Saúde prorrogou até dia 14 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação. Até o momento, mais de 1,3 milhão de crianças não recebeu o reforço dessas vacinas. A recomendação é que estados e municípios façam busca ativa para garantir que o público-alvo da campanha seja vacinado. Até esta segunda-feira (3/9), 88% das crianças receberam as vacinas contra a pólio e o sarampo em todo o país.

Segundo informado no sistema, Amapá, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Sergipe e Maranhão atingiram a meta de vacinação do Ministério da Saúde. Mas, doze estados ainda estão abaixo da média nacional de 88% das crianças vacinadas contra as duas doenças. O Rio de Janeiro continua com o menor índice de vacinação, seguido por Roraima, Pará, Piauí, Distrito Federal, Acre, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas. Em todo o país, foram aplicadas mais de 19,7 milhões de doses das vacinas (cerca de 9,8 milhões de cada). A Campanha deste ano é indiscriminada, por isso, todas as crianças nessa faixa etária devem se vacinar, independente da situação vacinal.

“Estamos dando mais uma oportunidade para que essas crianças sejam vacinadas contra a pólio e o sarampo. Vinte estados ainda não atingiram a meta da campanha. É preciso que os gestores de saúde, bem como pais e responsáveis, se conscientizem da importância da vacinação contra essas doenças. Para estarmos protegidos contra a pólio e sarampo é preciso atingir a meta de 95% nacionalmente”, convoca o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

Os dados de algumas capitais mostram que o esforço dos vacinadores e da população nessa reta final tem apresentado bons resultados. No fim de semana passado, os estados de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo e Amapá promoveram mais um dia de mobilização para vacinação. As capitais Recife (PE), Macapá (AP), Porto Velho (RO) e Vitória (ES) superaram a meta da campanha. Já Manaus, que iniciou a vacinação antes devido o surto de sarampo na região, já atingiu a meta de vacinação para a doença (103%).

Campanha contra pólio e sarampo

Para a poliomielite, as crianças que ainda não tomaram nenhuma dose da vacina na vida serão vacinadas com a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). As crianças que já tiverem tomado uma ou mais doses receberão a gotinha (Vacina Oral Poliomielite - VOP). Em relação ao sarampo, todas as crianças devem receber uma dose da vacina tríplice viral, independente da situação vacinal. A exceção é para as que tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias, que não necessitam de uma nova dose.

O Ministério da Saúde oferta todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ao todo, são 19 para combater mais de 20 doenças, em todas as faixas etárias. Por ano, são cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos distribuídos em todo o país.

Casos de sarampo

Até o dia 28 de agosto, foram confirmados 1.553 casos e 6.975 permanecem em investigação. Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo: no Amazonas que já computa 1.211 casos e 6.905 em investigação, e em Roraima, com o registro de 300 casos da doença, sendo que 70 continuam em investigação. Entre os confirmados em Roraima, 9 casos foram atendidos no Brasil e estão recebendo tratamento, mas residem na Venezuela.

Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que enfrenta um surto da doença desde 2017. Alguns casos isolados e relacionados à importação foram identificados nos estados de São Paulo (2), Rio de Janeiro (18); Rio Grande do Sul (16); Rondônia (2), Pernambuco (2) e Pará (2). O Ministério da Saúde permanece acompanhando a situação e prestando o apoio necessário aos Estados.

Até o momento, no Brasil, foram confirmados 7 óbitos por sarampo, sendo 4 óbitos no estado de Roraima (3 em estrangeiros e 1 em brasileiro) e 3 óbitos no estado do Amazonas (todos brasileiros, sendo 2 do município de Manaus e 1 do município de Autazes).

Sarampo no mundo

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de sarampo chegaram a um número recorde na Europa. Os dados, divulgados pela organização nesta segunda-feira (20/08), apontam que mais de 41 mil crianças e adultos na Região Europeia foram infectados com sarampo nos primeiros seis meses de 2018. O número total de casos para esse período excede os 12 meses reportados em todos os outros anos desta década.

Desde 2010, o ano de 2017 foi o que teve o maior número de casos: 23.927. Em 2016, registrou-se a menor quantidade: 5.273. Além disso, pelo menos 37 pessoas morreram devido à doença neste ano. Sete países da região tiveram mais de uns mil casos neste ano (França, Geórgia, Grécia, Itália, Rússia, Sérvia e Ucrânia). A Ucrânia foi a mais atingida com mais de 23 mil pessoas afetas, o que representa mais da metade da população do país.

Leia também: Dez milhões de crianças foram vacinadas contra sarampo e pólio


Por: Comunicação/Postal Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Foto: Sotck Photos

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