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Vacinação em queda: os riscos do retorno de doenças erradicadas

A vacinação, que por décadas foi responsável por eliminar doenças graves no Brasil como a poliomielite e o sarampo, enfrenta uma nova ameaça: a hesitação da população em manter o calendário vacinal em dia. Dados recentes do Ministério da Saúde mostram que a cobertura vacinal no país vem caindo de forma preocupante desde 2016, e doenças antes erradicadas voltam a aparecer em diversas regiões.
Uma queda silenciosa, mas perigosa
Em 2023, a cobertura da VIP foi de 86,5% e a de VOP 78,2%, segundo as informações contidas na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). O sarampo, que havia sido eliminado no Brasil em 2016, voltou a registrar surtos em estados como Amapá, Pará e São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, causando 5 mortes.
O risco real do retorno de epidemias
Sem a imunização em massa, vírus que ainda circulam em outros países podem voltar a se espalhar facilmente no Brasil. Doenças como poliomielite (paralisia infantil), difteria e coqueluche, que já causaram milhares de mortes em décadas passadas, voltam a representar ameaça, especialmente para crianças pequenas e pessoas com o sistema imunológico comprometido.
Postal Saúde reforça a importância da prevenção
Postal Saúde tem atuado de forma contínua na promoção de ações de prevenção e conscientização entre seus beneficiários. A operadora incentiva seus usuários a manterem a caderneta de vacinação atualizada e a procurarem os postos de saúde para receber as vacinas disponíveis no SUS, sem custo. A atualização da caderneta de vacinação é especialmente importante para: idosos, crianças, gestantes, pessoas com comorbidades, profissionais da saúde, professores, povos indígenas, população em situação de rua, entre outros.
 
Fique atento. Cuide da sua saúde e de quem está ao seu lado. Vacinar é um gesto de proteção coletiva.

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