Negligenciadas

Dia Mundial das Doenças Negligenciadas chama atenção para milhões de pessoas invisibilizadas pela saúde global

Celebrado em 30 de janeiro, o Dia Mundial das Doenças Negligenciadas reforça a importância de dar visibilidade a enfermidades que afetam mais de 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo, especialmente populações em situação de vulnerabilidade social. Apesar do impacto significativo na qualidade de vida, essas doenças ainda recebem pouca atenção em políticas públicas, investimentos em pesquisa e acesso a tratamento.
 
As chamadas doenças negligenciadas estão diretamente relacionadas à pobreza, à falta de saneamento básico, ao acesso limitado aos serviços de saúde e à informação. Entre as mais conhecidas estão a hanseníase, doença de Chagas, leishmaniose, esquistossomose, filariose linfática, tracoma e tuberculose, além de outras enfermidades infecciosas que poderiam ser prevenidas, diagnosticadas e tratadas com maior eficácia.
 
No Brasil, muitas dessas doenças ainda representam desafios importantes para o Sistema Único de Saúde (SUS), sobretudo em regiões com maiores desigualdades sociais. O enfrentamento passa não apenas pelo tratamento, mas também por ações de prevenção, educação em saúde, vigilância epidemiológica e melhoria das condições de vida da população.
 
A data também destaca o papel fundamental dos profissionais de saúde, pesquisadores e instituições públicas e privadas no combate a essas enfermidades. O investimento contínuo em ciência, inovação e comunicação em saúde é essencial para reduzir o estigma, ampliar o diagnóstico precoce e garantir cuidado integral aos pacientes.
 
Para a Postal Saúde, o Dia Mundial das Doenças Negligenciadas é um momento de reforçar o compromisso com a promoção da saúde, a informação de qualidade e a defesa do acesso equitativo aos serviços de saúde. Dar visibilidade a essas doenças é um passo fundamental para que deixem de ser negligenciadas e passem a ser enfrentadas com a seriedade que exigem.
 
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