Celebrado anualmente na segunda segunda-feira de fevereiro, o Dia Internacional da Epilepsia tem como objetivo conscientizar a população sobre a doença, combater o preconceito e ampliar o acesso à informação e ao tratamento adequado. A data mobiliza profissionais de saúde, pacientes, familiares e instituições em todo o mundo.
A epilepsia é uma condição neurológica crônica caracterizada por crises recorrentes, causadas por descargas elétricas excessivas e desordenadas no cérebro. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50 milhões de pessoas vivem com epilepsia no mundo, sendo uma das doenças neurológicas mais comuns. No Brasil, estima-se que cerca de 2 a 3 milhões de pessoas convivam com o diagnóstico.
Apesar de sua alta incidência, a epilepsia ainda é cercada por mitos e estigmas. Muitas pessoas acreditam, de forma equivocada, que a doença é contagiosa ou incapacitante, o que contribui para discriminação no ambiente escolar, profissional e social. Especialistas alertam que, com acompanhamento médico adequado, a maioria dos pacientes pode levar uma vida ativa e saudável.
O diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente, exames neurológicos e, quando necessário, testes como o eletroencefalograma (EEG) e exames de imagem. O tratamento geralmente envolve o uso de medicamentos anticonvulsivantes e, em casos específicos, pode incluir cirurgia ou outras terapias especializadas.
Outro ponto fundamental é a orientação da população sobre como agir durante uma crise epiléptica. A recomendação é manter a calma, proteger a cabeça da pessoa, colocá-la de lado e não introduzir objetos na boca, além de aguardar o fim da crise e buscar ajuda médica se necessário.
Para a Postal Saúde, o Dia Internacional da Epilepsia é um momento de reforçar o compromisso com a promoção da saúde, da informação de qualidade e do cuidado integral, incentivando o diagnóstico precoce e o acolhimento sem preconceitos. Falar sobre epilepsia é um passo essencial para garantir mais respeito, inclusão e qualidade de vida para quem convive com a condição
Fonte: WHO/OMS
Este conteúdo faz parte do calendário de promoção e prevenção de saúde da Operadora.