Outubro Rosa: uma campanha, duas causas

A campanha Outubro Rosa mobiliza mundialmente a sociedade para o cuidado da saúde da mulher, com foco na prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado para o câncer de mama. Porém, a iniciativa também destaca para o terceiro diagnóstico que mais afeta as mulheres: o câncer de colo do útero. Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil terá aproximadamente 781 mil novos diagnósticos de câncer anuais no triênio 2026-2028.

A iniciativa também abre espaço para dialogar e estimular as mulheres a conhecerem melhor o seu próprio corpo e a realizarem exames preventivos anualmente, lembrando que o autocuidado deve fazer parte da agenda. Em 1° de outubro deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou aos planos de saúde cobertura obrigatório da mamografia digital, tanto para as mulheres quanto para os homens, em qualquer idade, mediante recomendação médica. Embora represente apenas 1% dos casos, o câncer de mama também exige conscientização e prevenção por parte dos homens, já que a maioria dos diagnósticos nesse público ocorre em estágio avançado.


Quais os sintomas?

Os principais sintomas do câncer de mama é o surgimento de nódulo ou caroço na mama ou na axila, alterações na pele da mama, retração ou alteração no formato do bico dos seios e saída espontânea de líquido pelo mamilo.

Já o câncer do colo do útero é caracterizado pelo crescimento desordenado das células nessa região. A doença pode apresentar sintomas como sangramentos vaginais fora do período menstrual, dor abdominal durante as relações sexuais, além de secreção vaginal anormal.


Como prevenir?

A adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação balanceada e a prática de atividade física, é essencial para a prevenção do câncer. Somam-se a isso a realização de exames de rastreamento e a redução do consumo de bebidas alcoólicas e do tabaco. Especificamente para o câncer do colo do útero, as principais medidas preventivas incluem a vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) e as consultas ginecológicas periódicas.

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Fonte: ANS, Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e Ministério da Saúde.


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