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Covid-19: Doenças crônicas neurológicas são incluídas nos grupos prioritários da vacinação

Ministério da Saúde traz também novas recomendações para imunização das gestantes

25 de maio de 2021 - Atualizado em 25 de maio de 2021

Pessoas com doenças crônicas neurológicas agora fazem parte do público-alvo da vacinação contra a Covid-19. A inclusão do grupo na lista de comorbidades foi realizada, na quinta-feira (20/5), com a atualização do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO), documento elaborado pelo Ministério da Saúde para orientar a população e os gestores locais sobre o andamento da campanha.

Com isso, portadores de doenças cerebrovascular (acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, ataque isquêmico transitório e demência vascular), doenças neurológicas crônicas que impactem na função respiratória, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular, e indivíduos com deficiência neurológica grave, paralisia cerebral, esclerose múltipla, ou condições similares, já podem se vacinar contra a Covid-19 em todo País.

A atualização do PNO também acrescentou a vacina Covid-19 da Pfizer/BioNTech na lista de imunizantes atualmente em uso no Brasil, juntamente com orientações e especificações técnicas.

Novas orientações

As novas recomendações para vacinação de gestantes e puérperas foram acrescentadas ao documento. No momento, a orientação do Ministério da Saúde é de que sejam vacinadas contra a Covid-19 apenas grávidas com comorbidades. Além disso, devem ser utilizados somente os imunizantes Coronavac/Butantan, ou Pfizer/BioNTech. A aplicação da vacina AstraZeneca nesse público está suspensa no País por recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Além disso, a pasta também orienta as gestantes e puérperas – incluindo as sem fatores de risco adicionais – que tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca, que aguardem o fim da gestação e do período puerpério (até 45 dias após o parto) para completar o esquema vacinal com o mesmo imunizante.


Fonte: Ministério da Saúde