


Em 1° de maio deste ano entrou em vigor o novo modelo de fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com base na Regulação Responsiva. A medida atua na prevenção de falhas sistêmicas, conflitos, aprimoramento dos atendimentos aos beneficiários e na adoção de boas práticas por parte das operadoras de saúde.
Para garantir a qualidade em sua prestação serviço, a Postal Saúde, por meio da Gerência Executiva de Relacionamento com o Mercado (GEREM), promoveu um treinamento nesta quarta-feira (3/6) para todos os colaboradores da operadora.
Além de apresentar as principais mudanças regulatórias relacionadas ao novo modelo, o encontro promoveu alinhamento institucional, troca de conhecimentos e fortalecimento da rotina operacional adotadas pela Postal Saúde diante do cenário regulatório.
As mudanças realizadas fazem parte do conjunto das Resoluções Normativas (RNs): 623, 656, 657,658 e 659.
Thiago Braga, diretor de Operações de Saúde e diretor interino de Produtos, Mercado e Relacionamento da Postal Saúde, abriu o evento destacando a importância da realização de um trabalho operacional responsivo e eficiente.
“Não podemos fazer um trabalho mecanizado, precisamos partir da discussão, da junção de várias cabeças pensando em como achamos oportunidade dentro de cada RN imbuídos em nossos processos. E a minha provocação para nós hoje é: como é que dentro dessa margem de rio cada um de nós conseguimos achar oportunidade para que possamos angariar valor, não só para o nosso trabalho, como para entrega de valor da Postal Saúde”, sublinhou o diretor.
O evento também contou com a presença do gerente de relacionamento com mercado da operadora, Jarbas Augusto Abreu, que na ocasião teceu comentário sobre o novo modelo da ANS. “Esse novo modelo mais responsivo traz um viés de acompanhamento, orientação e, posteriormente, uma recorrência. Essa medida aprimorou o fluxo das operações”, completou.
Dando início à exploração do tema, apresentado pelo coordenador de relacionamento da Operadora com a ANS, Gustavo Dornelas, foi discorrido sobre as exigências da norma, com destaque para: transparência, resolutividade, agilidade, segurança para o beneficiário e rastreabilidade. Dorneles salientou também sobre a relevância na qualidade da comunicação com o beneficiário.
“Atendimento padronizado, muitas vezes passa por cima daquilo que fica claro para o beneficiário, e é justamente essa falha de comunicação e falta de clareza que resulta em um número crescente de reclamações nas operadoras de saúde”, destacou.
No âmbito da estratégia política, regulação e proteção da operadora, o fluxo das demandas conta com atuação da Gerência Jurídica responsável por operar integralmente na prevenção de riscos regulatórios e jurídicos. O coordenador Consultivo e Regulatório da Postal Saúde, Mateus Barbosa, falou como se dá na prática ação conjunta das áreas intervenientes.
“É muito importante termos transparência e rastreabilidade e a comunicação integrada entre as áreas. Nós somos um todo, e a GEJUR entra e chega até o final do processo, desde a fase preliminar até o recurso e judicialização”, pontuou.
As resoluções normativas em vigor miram na atualização das formas de infração e critérios de penalidades, da modernização dos procedimentos de fiscalização e na robustez da identificação da origem dos problemas que mais geram afetam os usuários do plano.
“As RNs em vigor reorganizaram a forma como a ANS passa a observar, monitorar, fiscalizar e sancionar as operadoras. O foco deixa de ser a infração consumada e passa a ser a capacidade da operadora de prevenir falhas, corrigir desvios e demonstrar maturidade regulatória”, concluiu o coordenador Gustavo Dornelas.
Para assistir ao treinamento na íntegra, clique aqui.
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