Saúde feminina ganha destaque no Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e no Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

Ao longo de décadas as mulheres enfrentam desafios sociais, familiares, profissionais e relacionados à saúde. Discutir os diversos aspectos da jornada de vida feminina deve ser uma ação permanente, considerando a importância do papel da mulher em todas as esferas da sociedade. Garantir acesso à saúde de qualidade, acolhimento e informação é fundamental para promover mais bem-estar, dignidade e qualidade de vida. Com o objetivo de fortalecer esse debate e ampliar a defesa dos direitos das mulheres, a Women’s Global Network for Reproductive Rights (WGNRR) promove, anualmente, uma mobilização internacional voltada à conscientização e à articulação de ações políticas e sociais em defesa de sistemas de saúde mais equitativos, seguros e qualificados para o público feminino.
 
Neste ano, a campanha global traz como tema: “Essencial, não opcional: fortalecendo os sistemas de saúde para defender os direitos à saúde e à justiça sexual e reprodutiva em tempos de policrise”. A proposta é chamar a atenção para os impactos das crises políticas, econômicas, sociais e climáticas, que têm se intensificado ao longo do tempo e afetado diretamente a saúde e os direitos das mulheres. Segundo a WGNRR, a chamada “policrise” compromete não apenas os sistemas de saúde, mas também direitos fundamentais, como o acesso à saúde integral, à saúde sexual e reprodutiva, à autonomia sobre o próprio corpo, à igualdade e aos cuidados que salvam vidas. Isso inclui, ainda, a atenção à saúde mental, aspecto cada vez mais necessário diante do aumento de casos de ansiedade, depressão e esgotamento emocional entre mulheres.
 
Além disso, existem doenças que afetam de forma mais significativa o público feminino. Entre elas estão as doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardiovasculares, respiratórias, diabetes, câncer de mama e ginecológico, além da depressão. Dados da área da saúde também apontam que muitas mortes maternas ainda estão relacionadas a hipertensão gestacional, como pré-eclâmpsia e eclâmpsia, hemorragias graves no pós-parto, infecções, abortos inseguros e complicações durante a gestação e o parto.
 
Outro ponto de atenção está relacionado à violência contra a mulher, incluindo o feminicídio, que também impacta diretamente a saúde física, emocional e social das mulheres. Por isso, discutir saúde feminina vai além do cuidado clínico: envolve segurança, acolhimento, acesso à informação, prevenção e garantia de direitos.
 
Fique por dentro
 
O dia 28 de maio é reconhecido como o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher desde 1984, após denúncias apresentadas ao Tribunal de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos, durante o IV Encontro Internacional Mulher e Saúde, realizado na Holanda. No Brasil, a data também foi reconhecida como o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, instituído pelo Ministério da Saúde como forma de conscientizar a população e reforçar a importância do cuidado integral à saúde da mulher, especialmente durante a gestação, o parto e o pós-parto.
 
A Postal Saúde é parceira da saúde feminina. Nos serviços de Atenção Primária à Saúde, as beneficiárias podem realizar exames ginecológicos preventivos, além de contar com acompanhamento multiprofissional, incluindo consultas com nutricionista, farmacêutico, psicólogo e outros profissionais da saúde. Também são oferecidas atividades integrativas, como ioga e pilates, que contribuem para a promoção da saúde física e mental, proporcionando mais qualidade de vida e bem-estar.
 
Acesse o site da Postal Saúde e conheça os atendimentos disponibilizados nas Clínicas Postal Saúde e outros serviços voltados ao cuidado integral da mulher.

Fonte: Ministério da Saúde e Women’s Global Network for Reproductive Rights

*Este conteúdo faz parte do calendário de promoção e prevenção de saúde da Operadora.

Categories:

Tags:

Acessar o conteúdo